terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

do corpo-casa (com-templo).


De todos os lugares que vejo, percebo e reconheço que onde estou é casa.
Corpo: casa da alma.
De quando em vez a casa fica pequena, apertada pra tanto sentimento (chego a pensar que explodirei: em estrelas, talvez).
O bonito do existir é perceber o tamanho do infinito e contemplar.
A natureza feminina anda querendo fazer a cabeça girar em mil idéias sem palavras.
Tempo-pausa-silêncio.
Me diga palavras bonitas, por favor.
Talvez eu te cante uma música.
Talvez apenas contemple.

[e por favor, chegue]

4 comentários:

glória disse...

digo palavras bonitas pra você! serve? (rsrsrsrs). teus escritos nos fazem voar para nossos amores em profusão. vontade de contemplar e o infinito no alto da serra. ver o esconder leve do sol. ver margeando no horizonte os poemas que nos aquecem. belo! bjs

Mônica. disse...

Claaaro que servem! Ler palavras bonitas fazem bem a alma!
E pense que por aqui também tô com uma vontade de serra. Bjos Glória.

R.Vinicius disse...

Mônica, moça sensível, escritora talentosa. Conserve em ti essa tua pessoa, mulher de encantos, linhas tão bem escritas, desenhadas com tuas cores e teus sentidos. Não saberia lhe dizer palavras bonitas, visto que sou apenas um homem e você uma mulher sensível.

Abraço,

R.Vinicius

Aline Lima disse...

talvez eu te acompanhe no cantar de uma música. :) uma bem bonita, que tal? ^^