domingo, 26 de abril de 2009

dos riscos.

Então pegou seu pára-quedas e saltou. Sem medos, sem pensar que nome tinha aquele salto ou que cor tinha aquele céu. Foi. Está indo. Quer mesmo é a liberdade de seguir e sentir que o vento favorece desenho em nuvens. Não quer pensar onde é o fim nem o começo - quer a liberdade de seguir procurando terra firme. Está vindo. E é.
***
"Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem. Eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais você. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais."
de novo o Caio F. - que diz infinitamente melhor que eu [que ando querendo sempre e tanto e mais]

2 comentários:

Aline Lima disse...

pois. tbm querendo mais, rss.

glória disse...

Mônica, rápido pela minha pressa. O qur tu resgistrou aqui tem tanto a ver com meus saltos, minha assumida vontade gulosa, meu desejos de enlevos...bjs