quinta-feira, 26 de março de 2009

contos urbanos (ou histórias que se ouvem por aí).

[foto: viagens urbanas 1]

porque se alguém passar por aqui vai saber que a minha versão diz: que a moça que encontrou na rua um certo rato, viu pelos olhos dele que era um gato (segundo ela, de raça, mas eu digo que era um gato meio selvagem, arisco). Nessa versão, a moça (meio Alice) convida o rato para, juntos, desbravarem mundo todo: florestas, rios, vulcões, geleiras e mares. Meio assim, como que por osmose. E em vez de se apagarem, todas as luzes do palco (e do mundo) se acendem.
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e Alice gosta de pequenas doses de alumbramentos, todos os dias.
(apesar disso, não se iluda, Alice não precisa de bola de cristal).

3 comentários:

glória disse...

que cadeia afetiva mais bela! somos interligadas a essas teias de alumbramentos, mesmo que eles nào no tomem de assalto todos os dias! singelos dizeres. bjs

Rodolfo Nasta disse...

La selva urbanas suelen ser las cajas de sorpresas más tremendas.
Me gusta el juego de palabras con el gato. ¿Habrá sido un gato montés para descubrir todo un mundo y encender tantas luces...?
¡Hermoso!
Un abrazo
Rodolfo

-Thiago Matos disse...

Seus escritos, cada vez melhor.
Obrigado pelo chá com geléia e pão de queixo.
Precisando agora, de um bom samba.
O meu beijo e abraço também.